terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Queridos Missionários,

Dádivas e Presentes

Durante o mês de Dezembro, em todos os meus e-mails vou mencionar algo à respeito do amor ao Nosso Senhor e ao próximo.

Nesta época, quando tantas pessoas esquecem do verdadeiro espírito de Natal e se apressam em comprar, comer, se divertir e festejar, nós, missionários, continuamos firmes nesta grande obra de amor. É maravilhoso pensar que nosso maior desejo enquanto estamos aqui é o de servir às pessoas e levá-las o mais próximo possível de Cristo. O amor de um missionário é o amor altruísta, ou seja, aquele que pensa somente no interesse dos outros e nunca (ou quase nunca) em seus próprios interesses.

Na A Liahona, Dezembro 2001, o Presidente James E. Faust ensinou:

“Todos gostamos de dar e receber presentes. Mas existe uma diferença entre presentes e dádivas. As verdadeiras dádivas podem ser parte de nós mesmos, tiradas da riqueza do coração e da mente, sendo, portanto, mais duradouras e de muito maior valor que os presentes comprados na loja.

Evidentemente, uma das maiores dádivas é a dádiva do amor. Quando fui chamado ao santo apostolado, o Presidente Spencer W. Kimball (1895–1985) deu-me um beijo no rosto. Senti suas costeletas roçarem-me o rosto. Isso fez com que minha mente fosse inundada por uma infinidade de maravilhosas lembranças de minha meninice, de quando era abraçado pelos fortes braços de meu avô e sentia suas costeletas quando ele me beijava no rosto.

Alguns, como o Ebenezer Scrooge do Conto de Natal de Dickens, têm dificuldade em amar alguém, mesmo a si mesmos, por causa de seu egoísmo. O amor procura doar-se em vez de tomar para si. A caridade e a compaixão pelo próximo são um modo de se vencer o excessivo egoísmo.

Aquele cujo nascimento comemoramos disse-nos que toda lei e os profetas se resumem no amor a Deus e a nosso próximo. Tiago chamou isso de “a lei real”. (Tiago 2:8) O Apóstolo Paulo disse: “Conhecer o amor de Cristo (. . .) excede todo o entendimento”. (Efésios 3:19)

Na Primeira Epístola de João é-nos dito: “Amados, amemo- nos uns aos outros; porque o amor é de Deus; e qualquer que ama é nascido de Deus e conhece a Deus”. (I João 4:7)”

Queridos missionários, aproveitem esta época especial do ano para demonstrar todo o seu amor ao próximo, começando com o próximo mais próximo de você: seu companheiro!

Cada semana, vou colocar para vocês um Desafio do Amor. Segue o desafio desta semana abaixo.

Um abraço com fogo nos ossos e vamos batizar muito!!!



Desafio do Amor:

O AMOR É PACIENTE

Com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor

DESAFIO DE HOJE: EFÉSIOS 4:2

Embora o amor seja comunicado de várias maneiras, nossas palavras refletem sempre a condição de nosso coração. Hoje, demonstre paciência não dizendo nada de negativo para seu companheiro. Se alguma tentação aparecer, escolha não dizer nada. É melhor prender sua língua do que dizer algo que você lamentará.

Testemunho da Semana – Milagres acontecem ... :

“Alô Presidente,

Espero que tudo esteja bem com você e sua família nesta época de Natal. Segunda-feira passada (2 dias atrás) foi um dia que eu sempre vou me lembrar. Batizamos uma mulher chamado Fernanda. Fazia 11 anos que ela estava pesquisando a igreja. Esposa de um missionário retornado. Recebeu todas as liçoes várias vezes. Eu acho que ela conhece as lições melhor do que eu. Algumas semanas atrás ela finalmente disse que seria batizada, mas não revelou a data. Então, nós começamos a orar pelo dia 30 de Novembro. Pedimos aos membros que fizessem a mesma coisa, com a ideia de Mosías 27:14 na mente, quando o anjo apareceu para Alma e os filhos de Mosías. No domingo dia 22, ela veio a mim e disse: "Meu batismo...pode ser no dia 30, segunda feira?" Eu disse à ela que poderíamos batizá-la até de madrugada. Rimos juntos e no dia do batismo foi um espírito bem forte. Fomos para a noite familiar deles depois e aquele espírito continuou assim como quando ela anunciou para a família. Um sentimento e algums momentos que sempre vou me lembrar. Não poderia sentir isso se este trabalho não fosse verdadeiro.

Obrigado Presidente.”